sábado, 15 de abril de 2017

A rodada de quartas de final da Champions League promete um dos maiores jogos da competição. Nesta quarta-feira, às 15h45 (de Brasília), no estádio Allianz Arena, os poderosos Bayern de Munique e Real Madrid ficam frente a frente no duelo de ida da fase decisiva da competição.
O jogo tem todos os temperos necessários para uma grande partida. As duas equipes lideram seus respectivos campeonatos nacionais, e chegaram com certa tranquilidade às quartas da Champions. Nas oitavas de final, o Bayern de Munique goleou o Arsenal na ida e na volta, com um saldo de 10 a 2. Enquanto isso, o Real venceu o Napoli por 3 a 1 em ambas as partidas.
O procurador da República Sérgio Bruno Cabral Fernandes se irritou com o descaso do empresário Emílio Odebrecht ao relatar, durante interrogatório, os casos de corrupção e financiamento ilegal de campanhas. Durante o depoimento, o empresário afirmava que a conta da Odebrecht movimentou R$ 300 milhões em seis anos para financiamento de campanhas eleitorais. No entanto, disse não saber detalhes sobre o uso do dinheiro. "Eu seria leviano de querer afirmar uma coisa que não tenho como provar", disse. No momento seguinte, o procurador rebate que "essa história de doação de campanha é uma desculpa para se pedir propina e corrupção" e ressalta que "é hora de jogar limpo". "Não é possível que R$ 300 milhões pagos em seis anos seja doação de campanha. Isso aqui, na nossa visão, é considerado propina, crime de corrupção. O que a gente quer saber é na visão do senhor como colaborador", afirmou Cabral Fernandes ao reforçar que os ex-ministros da Fazenda Guido Mantega e Antonio Palocci cometeram, cada um em sua época, crime de corrupção. "São R$ 300 milhões que foram gastos sei lá com que, ainda que fosse na campanha com santinho, com tempo de televisão, com marqueteiro, podia ter sido construído escola, hospital e todo esse país que o senhor sonha e quer ver. Esse dinheiro poderia estar lá. Vamos agora deixar de historinha, de contos de fadas e falar as coisas como elas são, dizer a verdade como a coisa suja é feita", concluiu.

O técnico do Barcelona, Luis Enrique, se mostrou cético com uma possível classificação do Barcelona na Uefa Champions League, após a derrota por 3 a 0 para a Juventus, nesta terça-feira (11), na Itália, pelo jogo de ida das quartas de final.

Para o treinador, será difícil repetir o milagre conseguido contra o PSG, nas oitavas de final da competição. "Se você considerar apenas o resultado, foi uma primeira parte desastrosa, impotente, parecia até um terceiro tempo da partida contra o PSG. Muito difícil", lamentou, em entrevista coletiva após a partida.

A partida de volta acontecerá na próxima semana, na quarta-feira (19), na Espanha. Para conseguir a classificação, o Barça precisará vencer por 4 a 0. O placar de 3 a 0 leva a partida para a disputa de pênaltis.

sexta-feira, 14 de abril de 2017

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 BOMBA NO TIMÃO

Nesta semana as delações dos grandes executivos da Odebrecht estão monopolizando o noticiário do país, e não é para menos.
Revelações sobre a real condição do processo político no país estão vindo à tona. Toda a trambicagem, toda a roubalheira, todos os acordos espúrios estão recebendo os merecidos holofotes.
E uma delação em especial diz respeito ao Sport Club Corinthians Paulista: a do ex-presidente da construtora, o príncipe Marcelo Odebrecht.
Marcelo contou em detalhes como foi que começou a ideia da construção da Arena Corinthians, de quem foi a ideia, como as partes se entenderam, como foram os acordos, quem patrocinou, quem pagou o que, etc.
Vamos resumir para aqueles que não viram/ouviram:
O ex-presidente Lula, em 2010, pediu a seu “amigo” Emilio Odebrecht, patriarca da empresa, um estádio para o Timão.
A obra na ocasião foi orçada entre R$300 e $400 milhões. Era um estádio para 30 mil pessoas. O Corinthians pagaria este empréstimo com a renda dos jogos.
Com as brigas políticas entre o então presidente da CBF Ricardo Teixeira e o ex-mandatário do SPFC Juvenal Juvêncio, a FIFA queria tirar a Copa de 2014 do estádio do Morumbi.
Foi sugerido então que o estádio a ser construído para o Corinthians sediasse a abertura da Copa, para a cidade de São Paulo não ficar fora do evento.
Aí entra o evento mais importante da delação!
Uma reunião na casa do príncipe Marcelo Odebrecht, com as ilustres presenças de:
Andres Sanches, Luis Paulo Rosemberg e Ronaldo Fenômeno (??!!) representando o Corinthians;
Gilberto Kassab, então prefeito de São Paulo;
Geraldo Alckmin, governador do Estado de São Paulo;
Luciano Coutinho, então presidente do BNDES.
Todos os presentes concordaram em ajudar na construção do estádio, que para abrigar a abertura da Copa teria que aumentar seu orçamento de R$300 milhões (ideia inicial) para R$1 bilhão.
Kassab sugeriu a ideia dos CIDs (R$400 milhões), Alckmin assumiu as obras no entorno do estádio. A prefeitura ainda assumiu a dívida das arquibancadas provisórias.
Ponto importante: segundo a delação de Marcelo, o Corinthians nunca prometeu pagar mais que os R$300 a R$400 milhões iniciais!
O restante foi assumido pelas outras partes presentes.
Não foi o que aconteceu. A prefeitura não vendeu os CIDs, não pagou as arquibancadas provisórias, a Odebrecht acabou assumindo todas as dívidas e o Corinthians está tendo que pagar mais de UM BILHÃO pela Arena.
Que sejam responsabilizados TODOS os presentes ao evento. Mas que o Sport Club Corinthians Paulista, entidade, não pague (nos dois sentidos) pelo que não assumiu.
Veja mais em: Arena Corinthians.


                   SILVÉRIO LOCUTOR  & PROGRAMADOR / DE SEGUNDA A SABÁDO

        MARCIO MARQUES  - LOCUTOR DA RADIO / DE SEGUNDA A SABÁDO


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